Porsche 987 Boxster Spyder
Destaques
- PDK - Câmbio
- Pacote Sport Chrono Plus
- Sistema de som, em excelente estado
Porsche Boxster Spyder em teste
Um carro divertido para quem gosta de ar fresco
Em teste, o Porsche Boxster Spyder – uma capota extremamente justa, mais potência, um chassi mais rígido e duas saliências frívolas no longo capô. Este é o Porsche Boxster Spyder, um pouco mais caro, que precisa provar se está um degrau acima do Boxster S.
O Porsche Boxster Spyder perdeu, acima de tudo, peso
O que se ganha com menos por mais dinheiro? Acima de tudo, peso. Capota de emergência, porta traseira de alumínio em vez de aço, o que economiza 21 quilos; 15 das portas de metal leve; 12 dos bancos de concha; 7 do tanque menor. O carro de teste do Spyder pesa 1.328 quilos com ar-condicionado automático e sistema de navegação e som — um peso supérfluo para motoristas esportivos. Afinal, o calor do verão é levado pelo vento do rosto, o som é fornecido pelo motor de seis cilindros e, de qualquer forma, não dá para se perder em um Porsche: todo caminho é o certo — especialmente no Porsche Boxster Spyder.
Teste: O que o Spyder oferece a mais do que o Boxster S?
O motor 10 cv mais potente do Porsche Cayman S, rodas de 19 em vez de 18 polegadas, bem como uma carroceria rebaixada em 20 milímetros – e mais exclusividade. Ele não éum Porsche Boxster, mas sim o Porsche Spyder. Olhando para trás, as versões especiais puristas sempre foram os melhores investimentos. Mas elas excluíam os mais sensíveis. E quão resistente é preciso ser para o Porsche Boxster Spyder? Um teste: partida, capota fechada. Já a partir de 140 km/h, a capota perde a tensão. Pela fresta na junção com a janela lateral cabe uma mão aberta – a 200 km/h (a velocidade máxima permitida pela Porsche com a capota fechada), o vento disputa com o Motörhead a supremacia em decibéis. Quem sente os ouvidos zumbirem com heavy metal é delicado demais para o Spyder.
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